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Desnudos: vaidade, egoísmo e o perigo de viver apenas pelo que os olhos veem
Poema: Desnudos Estamos desnudos e frágeis Prensados pela multidão Que com olhares e palavras Julga sempre estar com razão Entre flashes, filtros e desafios Nada é sólido e escorre No veneno da saliva alheia Na qual a lucidez morre Desejo atrás de desejo Fome atrás de fome No assassinato da verdade A alma desnuda se consome Muito barulho, pouco sentido Caminham todos distraídos Despencando aos milhões Ao abismo somos atraídos Felizes os que são vestidos Retirados estando na b
Edilaine Patrícia Leoncio
8 de jan.3 min de leitura


Ares frios e a névoa do engano
Existem dias em que a paisagem espiritual parece coberta por uma névoa espessa. Os olhos até enxergam, mas a alma não discerne. Assim como a névoa nasce do resfriamento do ar, o engano surge quando o coração esfria — silencioso, gradual e quase imperceptível.
Edilaine Patrícia Leoncio
3 de dez. de 20253 min de leitura
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